quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
terça-feira, 2 de outubro de 2012
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Ferramenta Ergonômica - MOORE e GARG
1) Justificativa para a melhoria
e aplicação dos diagramas de tempos e movimentos
Dentre os postos de trabalho existentes na
empresa XX e apresentado nos diagramas atuais, todos relacionados a fabricação do produto apresentam algum tipo
de problema de produtividade, de ergonomia e de segurança, por isso para
identificar qual possui o maior número de problemas que se melhorados
transformariam o processo global de fabricação da mesa em um processo mais
eficiente e eficaz, ou seja, diminuindo os
desperdicíos de mão de obra, matéria prima, de maquinários, que fazem parte do
processo, e também a melhoria dos resultados finais de produção com o aumento
da qualidade de trabalho nos postos. Como alguns diagramas de métodos focam nos
movimentos que funcionários fazem com os braços e mãos para a execução das
atividades, o índice que melhor avalia
os riscos de lesões e sobrecarga biomecânica para os membros superiores
é uma ferramenta ergonômica chamada de Moore e garg, que é segundo Couto 2007,
é um critério semi-quantitativo que se propõe a estabelecer um índice de
sobrecarga biomecânica para extremidade distal de membros superiores (
Extremidade distal = cotovelo, antebraço, punho e mão). Quanto maior o
resultado encontrado, maior será o risco de se desenvolver lesões. É importante
ressaltar que o método avalia o trabalho e não as pessoas.
1.1 Análise
do posto da Esquadrejadeira
|
Fator analisado
|
Fator escolhido
|
Multiplicador
|
|
|
FIE – Fator de Intensidade de Esforço
|
Muito pesado
|
Esforço nítido, com mudança de
expressão facial.
|
13
|
|
FDE – Fator de Duração do Esforço
|
Entre
10% e 29 % do tempo
|
3
|
|
|
FFE- Fator de Frequência de esforço
|
Entre 4 e 8 minutos
|
1
|
|
|
FPMP - Fator de Postura da Mão e do Punho
|
Ruim
|
Desvio
Nítido
|
2
|
|
FRT- Fator de ritmo de Trabalho
|
Ritmo Razoável
|
1
|
|
|
FDT- Fator de Duração do trabalho
|
Entre
1 e 2 horas
|
0,25
|
|
|
TOTAL
|
19,5
|
||
A interpretação sobre o resultado igual a 19,5 da análise de Moore e Garg no posto da esquadrejadeira
mostra um alto o risco de o funcionário adquirir uma lesão é que seu nível de
segurança e os seus métodos de trabalho devem ser mudados com e melhorado com
urgência.
1.2 Análise
do posto do Desempeno
|
Fator analisado
|
Fator escolhido
|
Multiplicador
|
|
|
FIE – Fator de Intensidade de Esforço
|
Próximo ao Máximo
|
Usa tronco, ombros e outros
agrupamentos auxiliares.
|
9
|
|
FDE – Fator de Duração do Esforço
|
Maior
que 80%
|
1
|
|
|
FFE- Fator de Frequência de esforço
|
Entre 4 e 8 minutos
|
1
|
|
|
FPMP - Fator de Postura da Mão e do Punho
|
Ruim
|
Desvio
Nítido
|
2
|
|
FRT- Fator de ritmo de Trabalho
|
Ritmo Razoável
|
1
|
|
|
FDT- Fator de Duração do trabalho
|
Menor
que 1 hora
|
0,25
|
|
|
TOTAL
|
4,5
|
||
A interpretação sobre o resultado igual a 4,5 da análise de Moore e Garg no posto do Desempeno mostra que
o risco de lesão e de o funcionário
adquirir uma doença ocupacional é muito alto e o seu nível de segurança
precisa ser melhorado com urgência.
1.3 Análise
do posto do Desengrosso
|
Fator analisado
|
Fator escolhido
|
Multiplicador
|
|
|
FIE – Fator de Intensidade de Esforço
|
Pesado
|
Esforço nítido sem mudança de
expressão facial
|
6
|
|
FDE – Fator de Duração do Esforço
|
Entre
30% e 49% do tempo
|
1,5
|
|
|
FFE- Fator de Frequência de esforço
|
Entre 4 e 8 minutos
|
1
|
|
|
FPMP - Fator de Postura da Mão e do Punho
|
Ruim
|
Desvio
Nítido
|
2
|
|
FRT- Fator de ritmo de Trabalho
|
Ritmo Razoável
|
1
|
|
|
FDT- Fator de Duração do trabalho
|
Menor
que 1 hora
|
0,25
|
|
|
TOTAL
|
4,5
|
||
A interpretação sobre o resultado igual a 4,5 da análise de Moore e Garg no posto do Desengrosso mostra
que o posto apresenta características duvidosas e questionáveis sobre a segurança
e possíveis lesões no funcionário.
1.4 Análise
do posto da Lixadeira
|
Fator analisado
|
Fator escolhido
|
Multiplicador
|
|
|
FIE – Fator de Intensidade de Esforço
|
Muito Pesado
|
Esforço nítido com mudança de
expressão facial
|
9
|
|
FDE – Fator de Duração do Esforço
|
Entre
10% e 29% do tempo
|
1
|
|
|
FFE- Fator de Frequência de esforço
|
Entre 9 e 14 minutos
|
1,5
|
|
|
FPMP - Fator de Postura da Mão e do Punho
|
Ruim
|
Desvio
Nítido
|
2
|
|
FRT- Fator de ritmo de Trabalho
|
Ritmo Razoável
|
1
|
|
|
FDT- Fator de Duração do trabalho
|
Menor
que 1 hora
|
0,25
|
|
|
TOTAL
|
6,75
|
||
A interpretação sobre o resultado igual a 6,75 da análise de Moore e Garg no posto da Respingadeira mostra
que as características da atividade desenvolvida pelo funcionário provavelmente trará
consequências para a saúde, pois tem um grande risco de sofrer lesões nos
membros superiores. Além apresentar um nível de segurança que precisa ser
melhorado.
1.5
Interpretação
do índice de moore e garg
Segundo
os índices de moore de garg o posto da esquadrejadeira apresenta o maior valor,
sendo assim, apresenta maior probabilidade de lesões nos membros superiores, além
disso, existem problemas de seguranças que são:
●
Risco Físico : Apresenta vibrações e muito ruído;
● Risco Químico: Poeira de madeira;
● Risco de Acidente: Devido a serra (sem trava de segurança)
e a não utilização de equipamentos de proteção individual;
Sendo assim, o posto que precisa de maiores melhorias e
apresenta maior risco para o funcionário podendo causar
dano à saúde, seja através de acidentes,
doenças, sofrimento dos trabalhadores
ou poluição ambiental é o posto da esquadrejadeira. Logo os
diagramas propostos serão feitos baseados na produção de cada subproduto( pés,
suporte para os pés e o tampo da mesa) que passa no mesmo.
O Amor de Deus - Leonardo Gonçalves
Na pétala de cada flor que se abre
eu leio que Deus é amor.
O vento que ruge ou que sopra mansinho
repete insistente que Deus é amor.
O Sol quando é dia e a lua de noite
nos contam que Deus é amor.
É fácil notar que as obras de Deus
estão todas repletas de amor.
Quão grande amor nosso Deus nos tem dado
Ele nos fez filhos Seus
pois como alguém que vivia em pecado
podia esperar essa graça de Deus
E foi tão intenso este amor
que o Seu próprio filho entregou
deu-nos direito a uma vida melhor
e o caminho do céu nos mostrou
Quando eu ouço o cântico dos passarinhos
Eu sinto que Deus é amor.
A espuma das ondas que vão e que voltam
Insiste em lembrar-nos que Deus é Amor
E foi tão intenso este amor
que o Seu próprio filho entregou
deu-nos direito a uma vida melhor
e o caminho do céu nos mostrou
e o caminho do céu nos mostrou
domingo, 23 de setembro de 2012
ANÁLISE DE CUSTOS VARIÁVEIS E RENTABILIDADE DA PESCA DE ATUNS E AFINS DA REGIÃO SUL DO ESPÍRITO SANTO
Giglliara S. de Menezes¹
Este
diagnóstico tem como objetivo identificar quais os elementos que possuem maior
representatividade sobre os valores dos custos operacionais além de mostrar a
rentabilidade das embarcações, do litoral sul do estado do Espírito Santo,
direcionadas à pesca de atuns e afins. Os dados do Programa de Estatística
Pesqueira do Espírito Santo (acordo de cooperação entre o Ministério da Pesca e
Aquicultura – MPA e a Universidade Federal do Espírito Santo – UFES) serviram
de base para o dignóstico da frota, sendo que dos pontos monitorados pelo
Programa no sul do Estado, foram analisados os dois que possuem maior
representatividade na produção, o município de Anchieta e o distrito de
Itaipava (município de Itapemirim). Os custos operacionais das embarcações
estão em função da autonomia em dias de viagem de pesca, por isso, houve a
necessidade de estratificação das 87 embarcações em: barcos de grande autonomia
(BGA), que representam 85% e barcos de pequena autonomia (BPA) com 15% da
frota. Os resultados mostram que os BGA fazem viagens em média de 17 dias e
consomem em média em cada uma: 1.641 litros de óleo, R$1.134,34 com rancho, 512
caixas de gelo, 383 quilos de isca e 2.003 litros de água, representando 53 %,
18%, 15% , 13% e 1% por dia do custo total variável (CTV), respectivamente. O
custo anual totalizou R$ 60.216,77. A receita mensal das embarcações pode
variar de R$12.813,72 a R$30.575,13, sendo que os atuns e afins representaram
89%. A receita total anual foi de R$180.459,34. Os BPA fazem viagens voltadas
para a pesca de atuns e afins apenas alguns meses do ano, devido à ocorrência
da espécie em áreas mais perto da costa. Em suas viagens consomem em média: 270
litros de óleo, 66 quilos de isca, R$120 com rancho, 137 caixas de gelo e 350
litros de água. Significando respectivamente: 48%, 23%, 15%, 13%e 1% do CTV
anual que foi de R$ 3.515. A receita para estes desembarques varia de R$
5.481,1 a R$ 11.926,3 e os atuns e afins represetam 94%. A receita anual foi de
R$23.758,70. A forma de divisão do lucro depende da embarcação, geralmente os
BGA possuem 05 tripulantes e os BPA 03; onde 38% do lucro ficam com o dono e o
outros 62% são repartidos de acordo a importância da função de cada tripulante.
Quanto à rentabilidade das embarcações tem-se que ambas são rentáveis, pois o
preço médio de venda anual foi de R$ 6,88 e e o custo unitário de produção foi
de R$ 1,84 e R$0,63 para BGA e BPA,
respectivamente. Assim sendo, corrobora-se a rentabilidade de acordo com a
teoria de maximização do lucro em mercado de concorrência perfeita.
Palavras-chave: armação de barcos de pesca, óleo combustível, lucro
econômico
ANÁLISE DE CUSTOS VARIÁVEIS PARA A PESCA DE ATUNS DA REGIÃO DE ITAIPAVA- ES
Giglliara Segantini de Menezes¹;
Os dados do Programa de Estatística Pesqueira do Espírito
Santo, acordo de cooperação entre o Ministério da Pesca e Aquicultura – MPA e a
Universidade Federal do Espírito Santo – UFES, serviram como base para
demonstrar os custos totais variáveis dos barcos pesqueiros, direcionados à
frota de atuns e afins, no distrito de Itaipava, Município de Itapemirim,
região sul do Espírito Santo. Este diagnóstico teve
como objetivo identificar quais os elementos possuem representatividade sobre
os valores totais e os que devem ser priorizados para melhorar a gestão dessa
atividade. A análise teve como
referência 63 embarcações dirigidas para a pesca de atuns e afins. Os gastos
estão em função da autonomia em dias de viagem de pesca, por isso, houve a
necessidade de estratificação dos mesmos em: barcos de grande autonomia, que
representam 86% e barcos de pequena autonomia com 14% da frota. Os barcos de
grande autonomia fazem viagens de pesca em média de 13 dias, e possuem como característica o uso dos petrechos,
corrico e linha (62%), e consomem em média: 1.671 litros de óleo, R$ 1.641 com
rancho, 617 quilos de isca, 7.980 quilos de gelo, e 3.205 litros de água. Representando
respectivamente: 53%, 22%, 13%, 11% e 1%, do custo total variável (CTV) por dia,
que foi de R$ 547. Totalizando um valor de R$
7.114 por viagem. Os barcos de pequena autonomia fazem viagens
de pesca em média de 5 dias, e
utilizam majoritariamente o petrecho, espinhel de superfície (89%) e consomem em média: 395
litros de óleo, R$ 1.110 com rancho, 2.200
quilos de gelo, 87
quilos de isca e 378
litros de água. Significando
respectivamente: 44,7%, 35%, 12%, 8% e 0,3%, do CTV que foi de R$ 376/dia. Isso representa um valor de R$ 1.884 por
viagem. É importante ressaltar que existem os custos de manutenção que aparecem
esporadicamente durante o ano para alguns barcos de grande porte, e se
incluídos no CTV aumentam em 5% seu valor. Os resultados mostram que as
embarcações direcionadas à frota de atuns e afins na região de Itaipava possuem
grandes custos com litros de óleo e rancho, e que para melhorar o lucro dessa
atividade, devem-se concentrar esforços para o controle ou redução dos mesmos,
buscando sempre melhorar a sua gestão.
Palavras-chave: Armação de
barcos de pesca, Itaipava, Óleo combustível.
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